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Jul

Caminhos da Água no Festival de Gastronomia
Desporto
Escrito por Paulo Jorge F. Marques   
Caminhos da Água no Festival de Gastronomia

Capicua, Mão Verde e Drama & Beiço na Sertã

De 13 a 16 de julho, os "Caminhos da Água" passam pela Sertã. Trata-se do segundo ciclo de programação cultural em rede da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo. Abrange os concelhos da Sertã, Abrantes, Alcanena, Constância, Ferreira do Zêzere, Vila de Rei e Mação.

Nos quatros dias haverá percurso pedestre artístico intitulado "Coração Grande" com Paulo Condessa, a partir das 10 horas. Com partida junto à Casa da Cultura, na Sertã, o percurso contará com leituras, música e dança. No dia 13 de julho, às 18h30m, haverá música na Alameda da Carvalha, Sertã, com Drama & Beiço. Na sexta-feira, dia 14 de julho, às 10 horas o Mercado Municipal da Sertã acolhe teatro de rua com Carripana/Lama a partir das 10 horas. Às 18h30m haverá música no Cineteatro Tasso com Lavoisier. No sábado, 15 de julho, às 17h30m a Casa da Cultura da Sertã acolhe o concerto de Capicua e Mão Verde.

A programação cultural do projecto Caminhos da Água, na Sertã, decorre integrada no Festival de Gastronomia do Maranho.
Trata-se da segunda fase de programação do projeto "Caminhos" que se iniciou com os "Caminhos do Ferro", no mês de abril. Segue-se o terceiro e último ciclo, no mês de outubro, que dá pelo nome de "Caminhos da Pedra". O projeto "CAMINHOS" promove o cruzamento entre património e criação artística e a animação do património e a itinerância de espetáculos e manifestações artísticas pelos diversos concelhos do Médio Tejo, através de uma programação cultural em rede/intermunicipal, contribuindo para a sustentabilidade dos projetos, formação de novos públicos, inclusão e maior fruição cultural e artística, tornando-a acessível a um público alargado.
O conceito do projeto assenta sobretudo no objetivo de reforçar a singularidade deste território e permitir uma descentralização da oferta cultural entre os destinos mais óbvios e os que estão menos explorados, que projete o património numa abordagem contemporânea e de modernidade, ultrapassando propostas centradas unicamente nos valores da história e do passado e que reduza as assimetrias regionais.

 

 
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