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Mai

Discurso de João Lobo, na apresentação da sua candidatura
Escrito por Paulo Jorge F. Marques   
Discurso de João Lobo, na apresentação da sua candidatura

 

Desde já agradeço a vossa presença que entendo como um sinal de apoio e de início de uma nova etapa que contará com toda a minha força e determinação, com o principal objetivo de continuar a afirmar o nosso concelho. E por isso lanço-vos já uma pergunta: sentem em vós a confiança de que seremos bem-sucedidos? Sim ou não?

Pois muito bem, é minha convicção que seremos bem-sucedidos.

Não tenho dúvidas de que unidos construímos o futuro do nosso concelho.

Caros amigos,

A maior motivação que um candidato pode ter é o contínuo inconformismo com uma visão redutora do território em que as métricas usadas para definir a sua importância têm simplesmente a ver com números, entre os quais o número de habitantes.

Este inconformismo é evidente quando olhamos para este nosso território cheio de potencialidades, que necessita de uma visão estruturada e empreendedora, sem medo de apostar nos nossos recursos, de os qualificar e de potenciar o seu valor.

Com orgulho dizemos que somos um concelho rural. Nós que aqui vivemos sabemos muito bem as vantagens que isso nos traz. Mas é possível e desejável dar saltos evolutivos na forma como olhamos para a nossa ruralidade.

Motiva-me também a capacidade de atrair agentes que, recorrendo à área tecnológica, encontram aqui condições para desenvolver novos produtos, podendo eles emergir dos nossos recursos ou não, colocando ênfase na agroindústria. Falo, por exemplo, da agricultura de precisão, de hidroponia ou microalgas. Possibilidades que nos colocam desafios adicionais.

Acima de tudo, motivam-me as pessoas pois as políticas que se promovem não podem desvirtuar este foco. A economia deve estar em plena articulação com o desenvolvimento da sociedade e, por isso, estou empenhado em redirecionar sempre o nosso modelo económico para o bem-estar e desenvolvimento das pessoas. É este o maior desafio do nosso concelho, e também do País.

 

Em territórios de baixa densidade toma maior relevância a luta contínua para fixar pessoas. A este propósito, nos últimos anos temos desenvolvido condições de atração e fixação de empresas e, consequentemente, de postos de trabalho e de pessoas.

Falo do Parque Empresarial de Proença-a-Nova, com a criação de mais de 60 postos de trabalho; do complexo avícola Rica Granja, que neste momento já emprega de forma direta cerca de 35 pessoas; da empresa OutSytems com mais de 60 engenheiros informáticos e que, durante o corrente ano e com o novo protocolo a celebrar, pretendemos que cheguem aos 100.

Todo o tecido empresarial do nosso concelho, que tem lutado de forma resiliente para a preservação e criação de emprego, tem para nós atenção especial. Tive oportunidade de anunciar no I Fórum empresarial, que realizámos em fevereiro último, algumas medidas de incentivo que já regulamentámos e que se traduzirão, estou certo, em renovada dinâmica pois assenta na dualidade emprego/inovação, dando também relevo à capacitação dos agentes económicos.

Outro desafio, que não é de hoje, mas que ganha cada vez mais importância, é a capacidade dos Municípios encontrarem formas reais de complementaridade, em detrimento da competição individual territorial que pode num curto prazo permitir a sensação de ganho, mas que no longo prazo terá como consequência o definhamento geral. Torna-se, pois, imperativa, dentro das diferenças que marcam comunidades e territórios, a cooperação simétrica que se traduza em mais-valias para uma oferta diferenciadora.

Por falar em desafios, lanço-vos um neste momento: que cada um de vós se questione sobre o seu papel enquanto indivíduo no coletivo, seja no meio em que vive, no local em que trabalha ou na comunidade de origem. Porquê? Porque este papel de intervenção e de assunção de responsabilidades individuais reveste-se novamente, no nosso tempo, de particular importância. O desafio do associativismo, de nos agregarmos em comunidades para lutar, para reivindicar, mas também para trabalhar na procura do desenvolvimento comum, assume papel prioritário.

É por assumir desafios, e na procura incessante de realizar mais como ser inconformado que sou, que entendo reunir hoje as competências para, em conjunto com a minha equipa, edificar um projeto de futuro assente num programa que define a estratégia de desenvolvimento para o concelho de Proença-a-Nova para os próximos quatro anos.

 

O nosso programa está assente no trabalho realizado em prol da nossa comunidade nos últimos 12 anos, que se mostrou assertivo e com resultados por todos conhecidos.

Definimos oito pilares de ação que passo a apresentar:

 

A Empregabilidade e Inovação são vetores de desenvolvimento que assentam na continuidade do esforço de atratividade de empresas, passando pela concretização da expansão da segunda fase do Parque Empresarial de Proença-a-Nova, pela requalificação das áreas industriais integradas em candidatura de financiamento comunitário.

Promoveremos a criação de programa de reconversão de licenciados para a área de informática, em parceria a estabelecer com empresa de base tecnológica e com a Escola Superior de Tecnologia.

 

A Educação e formação assumem desde logo papel principal no desenvolvimento de qualquer sociedade. Desse modo, temos proposta para criar para os próximos quatro anos um programa de incentivo ao estudo, combatendo o insucesso escolar, que incide na dinamização de atividades onde se inclui, por exemplo, o programa Mais Ciência, desenvolvido em conjunto com o Centro Ciência Viva da Floresta, o acompanhamento social + para dar apoio às famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade social ou a sala de aula do futuro enquanto laboratório de aprendizagem.

A formação ao longo da vida é também fator diferenciador na sociedade moderna. Assim, em articulação com as empresas colocaremos em prática um conjunto de incentivos à qualificação e reconversão profissional.

É igualmente prioritário dotar o maior número de pessoas com competências em tecnologias de informação e comunicação, inglês técnico e formação em áreas profissionais deficitárias no concelho.

III

A ação social e saúde preenchem espaço de relevância num concelho com as características do nosso em que a faixa etária sénior tem importância reconhecida. Esta não é uma fatalidade. É sim uma oportunidade para, com inteligência, potenciarmos um

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envelhecimento ativo em que os seniores devem ter espaço para usufruir da sua disponibilidade de tempo depois de uma vida de trabalho, mas assumidamente serem continuadores do repositório de conhecimento que têm, da ajuda que disponibilizam e permite à sociedade crescer e, por isso, temos a vantagem de contar com este importante ativo.

Merece destaque a Universidade Sénior pela sua dinâmica e também pelos projetos que desenvolve. O protocolo celebrado recentemente com o Instituto de Educação da

Universidade de Lisboa para o projeto "Memórias Resgatadas: Percursos de Escolarização,

Identidades e Dinâmicas Educativas Locais" é um bom exemplo.

A ginástica sénior, promovendo a mobilidade e o exercício, tem sido ao longo dos últimos anos nosso motivo de orgulho. Iremos promover benefícios mais alargados através do Cartão Social Municipal no apoio à saúde ou às obras de primeira necessidade em habitações carenciadas. Reforçaremos a articulação entre o Banco Solidário e outras instituições de apoio, dinamizaremos a Unidade Móvel de Saúde, com novas propostas de parcerias com instituições do sector, funcionando para o indivíduo, mas também dando um salto para o mundo empresarial, através da prestação destes novos apoios.

 

No âmbito da Cultura, Património, História e Arte, acredito que um território que não valoriza a sua cultura, o seu património e a sua história está condenado a viver um presente adiado e um futuro sem perspetiva. Não tem sido este o caminho que percorremos, como se vê pela dinamização do Campo Arqueológico Internacional de Proença-a-Nova.

Mas as nossas tradições contemporâneas, na etnografia, nos usos e costumes que fazem parte da nossa matriz identitária, não podem ser esquecidas pois traduzem-se em vantagem num mundo globalizado e que por vezes tende a uniformizar o conceito de cultura pela pressão dos países mais fortes. É aqui que entronca a candidatura que vamos promover ao Património Imaterial da Unesco dos Janeireiros e Encomendação das Almas.

A nossa Galeria Municipal será objeto de ampliação de espaço com construção de novo piso no atual edifício, para uma maior divulgação da expressão artística com espaço prioritário, mas não exclusivo àqueles que são ou têm raízes no concelho.

 

Cooperação, Diáspora, Associativismo, Juventude e Desporto

Mais que nunca, o futuro também se chama cooperação, seja ela interna, seja externa. A ligação entre as comunidades de um mesmo concelho, através do associativismo, como já tive oportunidade de referir, toma importância vital na sua dinâmica interna. Dinamizaremos o recente criado Gabinete de Apoio ao Associativismo e Coletividades que promoverá uma profícua ligação entre estas instituições e servirá de fórum para aumentar sinergias com o objetivo de, em todo o concelho, termos redes de suporte à população.

Criaremos também o Gabinete de Apoio ao Emigrante, ligação à nossa diáspora, à qual iremos remeter uma atenção diferenciada, pois acredito, serão no futuro próximo agentes preferenciais e dinamizadores dos nossos recursos, mas também investidores que encontrarão nas suas raízes a possibilidade de desenvolverem áreas de negócio pelo conhecimento recolhido nos seus países adotivos e prossecutores de inovação.

O Desporto faz parte do crescimento de uma sociedade equilibrada, estimulando o espírito de entreajuda, a partilha de esforço e o desenvolvimento cognitivo para uma aprendizagem mais conseguida. Temos apostado no apoio às instituições que desenvolvem estas ações com resultados por vós reconhecido; continuaremos a apostar na melhoria e criação de novos espaços físicos para a prática desportiva e a apoiar o surgimento de novas modalidades enquanto fator também de atratividade.

A juventude é sempre tema central de qualquer estratégia de um território pois é nela que reside principalmente o futuro. Para os jovens aqui presentes, que acreditam no seu concelho e que se encontram a cumprir a etapa de formação, contam desde sempre com o nosso apoio e o investimento na sua capacitação.

Aqueles que estão para entrar no mercado de trabalho perspetivam o seu futuro. Saibam que contam com a INOVA STARTUP PROENÇA enquanto incubadora de ideias de negócio e com o Programa FINICIA para ajuda de investimento. Mas que futuro, perguntam vocês?

O futuro passa pela criação de áreas de negócio no turismo de natureza, na agroindústria, no agroalimentar e agropecuária e, incontornavelmente, na floresta. São vocês, com a vossa natural irreverência e vontade de chegar mais longe, que também nos devem interpelar motivando o nosso apoio. As medidas de incentivo ao emprego jovem e inovação que
anunciei são estímulo às nossas empresas para olharem para vós como a sua chave de sucesso.

 

O turismo é hoje a pedra angular do desenvolvimento do concelho, da região e grande motor do crescimento económico do país. Pelas condições naturais que o concelho apresenta - com um conjunto de praias fluviais reconhecidas a nível nacional, percursos pedestres homologados, condições para a prática de desportos radicais e de natureza, entre outras -, aliadas a uma gastronomia e identidade culturais genuínas, Proença‐a‐Nova dispõe de recursos capazes de atrair um conjunto diversificado de públicos e segmentos.

Iremos criar pontos de promoção em Lisboa e no Porto, numa primeira fase, alargando posteriormente a outras cidades, no sentido de promover o nosso território cá dentro, complementando a oferta digital já existente a este nível. Refiro-me à loja online da marca Proença-a-Nova Origem que, para além dos nossos produtos, divulga também a oferta de alojamento.

Queremos promover a construção de Parque Temático associado ao Centro Ciência Viva da Floresta, equipamento que completa a 21 de julho o seu décimo aniversário e que já recebeu mais de 130 mil visitantes. Dinamizaremos dentro do Centro Ciência Viva novas valências ligadas ao projeto Bioaromas e que promoverá o apoio a alunos com necessidades especiais na transição para a vida pós-escolar.

As praias fluviais continuarão a ser centrais na nossa oferta turística e por isso iremos apostar na construção do Parque Aquático do Malhadal, que estará disponível já nesta época balnear, iniciaremos o processo de requalificação da Aldeia Ruiva, temos prevista a criação de espaço de estadia e alojamento na praia fluvial da Fróia e iremos reforçar o apoio às praias fluviais de Alvito da Beira e da Cerejeira.

Esta estratégia assenta numa rede em que o património, a cultura, a história e a arte, em conjunto, criam pacotes de oferta que disponibilizaremos nas plataformas que temos atualmente e, no futuro próximo, nos locais âncora de atratividade turística no país.

 

Quanto ao Ambiente e Ordenamento Territorial e Florestal, a floresta volta, de facto, a estar na agenda do dia até pelos novos diplomas legais que estão a ser preparados para a sua reforma, tendo o privilégio de ter aqui o senhor secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural; espero sinceramente que o ânimo que lhe é reconhecido seja dotado da resiliência para se implementarem as medidas assertivas e da coragem de as manter com foco determinado neste sector que é vital.

O ordenamento florestal é decisivo no nosso futuro, implicando uma gestão profissional do espaço, criando uma floresta segmentada, com escala pois é a escala que determina o valor acrescentado neste sector económico. Mas só podemos ordenar e gerir bem o que conhecemos. É por isso que iniciaremos um processo de cadastro, ferramenta essencial para a gestão que é transversal a todo o ordenamento territorial.

Se temos planos diretores municipais que ordenam a edificabilidade e ocupação de espaços, os planos de gestão florestal deverão ser, no curto prazo, ferramentas integradoras dos planos diretores que muito para além da rigidez de ocupação espacial terão que ser planos flexíveis, adaptáveis à evolução da economia, verdadeiros instrumentos ao serviço do desenvolvimento. A gestão florestal profissional passa, no meu entendimento, pelas Zonas de Intervenção Florestal que poderão e deverão ser objeto de redefinição, mas nunca de abandono, pois a matriz da sua criação encontra-se ajustada às características do nosso território.

O ecossistema florestal envolve-nos: 80% da área ocupada no nosso concelho é floresta. É, portanto, dos maiores ativos que temos, não sendo possível mais ignorar esta fonte inesgotável de riqueza que dará o mote à nossa Festa do Município já no próximo mês de junho.

Ainda no campo do Ambiente, os nossos recursos hídricos potenciam a aposta na valorização do património, através da rede de moinhos ou da pesca, sendo importante fator de sustentabilidade. Iremos investir nos perímetros de rega com o objetivo de impulsionar o investimento na agricultura, nas vertentes da fruticultura, com condições de grande progressão.

 

Infraestruturas e Potencial Energético

 

A rigorosa gestão dos recursos financeiros do Município ao longo dos últimos anos permite- nos realizar investimentos em infraestruturas onde se enquadram a abertura, conservação e manutenção de caminhos florestais - e posso garantir sem me enganar que dificilmente existirá no país concelho que tenha uma rede de caminhos florestais tão extensa como a nossa -, a continuada requalificação de pavimentos e a aposta na criação de condições na sede das associações para estas terem espaços condignos para o desenvolvimento das suas atividades, aumentando a autoestima das comunidades e fomentando a participação ativa na vida do concelho.

A mobilidade e a acessibilidade resultam hoje em preocupação maior para a nossa população. Criaremos um sistema de transporte flexível, que lançará o desafio aos táxis para uma oferta diferente, e o transporte a pedido no sentido de esbater distâncias. Será coordenado com os serviços de saúde e as IPSS a realização de oferta de transporte articulado com as consultas programadas visando a otimização do serviço de transporte.

Incrementaremos o uso nas áreas urbanas de rede ciclável, com construção de pistas dedicadas. Com a percentagem elevada de cidadãos idosos, a mobilidade e a acessibilidade no concelho de Proença-a-Nova leva-nos ao investimento na infraestrutura ao nível dos pavimentos que tomará acuidade relevada.

Definimos um ambicioso programa de regeneração urbana para os próximos quatro anos, num conjunto de investimentos que ultrapassa os três milhões e meio de euros e que já hoje se faz sentir na vila com a requalificação da Avenida do Colégio e o início das obras no Largo da Devesa. Mas será também na promoção e incentivo da atividade comercial que levaremos a cabo, logo no início do mês de setembro, a requalificação do Mercado Municipal.

A regeneração urbana toma relevo com o incentivo que propomos para a requalificação dos imóveis por parte dos privados e aqui volto a desafiar como aposta para o mercado de arrendamento pois têm hoje a garantia de haver procura no nosso concelho. É chegado o momento do investimento público ter resposta por parte do investimento privado para valorização da zona histórica da vila, concorrendo também como mola para a atividade da construção civil que tanto sofreu nos anos transatos.

 

A requalificação do acesso à zona industrial de Proença-a-Nova também se iniciará no decurso do corrente ano, artéria de relevante importância e que permitirá aumentar o circuito pedonal, ciclável, elevando os padrões de segurança naquela via.

A aposta na criação da Casa da Cultura e da Memória no antigo Quartel da GNR em Proença- a-Nova, no Largo da Devesa, promoverá um espaço diferenciador de atração em que a história e as tradições do nosso concelho encontrarão lugar. Este espaço traduzirá ainda a inclusão de escola-oficina para valorização de património e uma aposta nos artistas e artesãos locais.

O Município fomentará em parceria Unidade Residencial de Idosos com valência de Cuidados de saúde. A criação de uma cooperativa que integre lagares tradicionais para uma oferta transversal aos nossos agricultores, promovendo circuitos de comercialização.

No campo do potencial energético, propomos a criação de uma rede de parques de rechega de sobrantes de biomassa, promovendo com os agentes do setor estratégia integrada na potenciação de um recurso gerador de emprego local, contribuindo para a limpeza da floresta e, por esta via, para a prevenção dos incêndios florestais. Será feita candidatura a uma central de biomassa para a realização deste programa e em complemento com o fabrico de pellets, inseridas na vertente das energias renováveis. E aproveito o meu amigo Secretário de Estado da Energia para, estou certo com o seu empenho e visão, se concretizar esta realidade no concelho de Proença-a-Nova.

Ainda dentro deste campo, e da energia, rentabilizaremos o recurso hídrico e junto das empresas do sector potenciar a possibilidade de construção de mini-hídrica.

Estas são as linhas de força que nortearão o nosso programa eleitoral. Iremos apresentar, de acordo com calendário que divulgaremos em devido tempo, as equipas que me acompanham em todos os órgãos: Assembleia Municipal, Câmara Municipal e Assembleias de Freguesia.

Estou certo que para ter sucesso, qualquer um se deve rodear de equipas que sejam leais, próximas, integradoras de conhecimento e que estejam tão empenhadas neste compromisso quanto eu estou. É desta forma que para mim faz sentido liderar. Quem me conhece sabe que não sou capaz de o fazer de outra maneira.

 

Porque são as pessoas que contam no momento em que escolhemos os representantes do poder local, a sua verticalidade, o seu testemunho de vida, as suas capacidades e o seu conhecimento, e porque confiamos que farão o melhor pelo seu território com as ferramentas que dispõem, porque sabemos que as suas decisões influenciam de forma determinante o nosso dia-a-dia e porque lutam para construir um amanhã melhor.

É sempre com as pessoas que se constroem caminhos de desenvolvimento que se querem sustentáveis, que mantenham a nossa identidade e que sejam assentes na verdadeira democracia de proximidade.

São sempre as pessoas que contam e é por isso que unidos construímos o futuro do nosso concelho!

Viva o concelho de Proença-a-Nova.

Viva o concelho de Proença-a-Nova.

Viva o concelho de Proença-a-Nova.

Vamos a isto.

 
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