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Sex

17

Fev

Casel com novo pavilhão na zona industrial
Sociedade
Escrito por Paulo Jorge F. Marques   
Casel com novo pavilhão na zona industrial

A empresa Casel vai ocupar um novo pavilhão na zona industrial, com cerca de 4284 metros quadrados. Ali ficará instalada a unidade de corte e transformação de carnes. O terreno vai custar à empresa 11 mil euros, o que dá 2,28 euros por metro quadrado, um valor que irritou Vítor Cavalheiro, que acrescentou que a Câmara vai apoiar com 29 mil euros a instalação do pavilhão, mais cerca de 12 mil euros que o vereador estima que sejam gastos na abertura de ramais, máquinas de terraplanagem e equipamentos.
José Farinha Nunes justificou que o valor pago por cada metro quadrado é em função do investimento feito.

Ramos Moreira quer apoio ao empreendedorismo

Na reunião do executivo, o vereador Ramos Moreira criticou a falta de apoio concedido aos jovens empreendedores. O Presidente da Câmara referiu-se o Programa Empreende Já, do IPJ, realçando que houve uma ação de sensibilização que visa apoiar jovens até aos 27 anos que não estudam nem trabalham. Ser-lhes-á atribuído uma bolsa e um subsídio de 10 mil euros para iniciar atividade.
Mas Ramos Moreira disse que na Sertã faltou auxiliar com bolsas e subsídios os microempreededores que queiram lançar as suas start ups. Sugeriu que devia ter-se aderido ao programa de apoio financeiro Finicia, que disponibiliza linhas de crédito para início de negócio. " Foi uma lacuna, pois há concelhos à volta que adediram ao Finicia", em que quem não tem capital tem linhas de crédito mais vantajoso. Trata-se de sociedades de garantia mútua, comparticipada pelas câmaras. "Na Sertã vamos iniciar agora, mas ´há concelhos que o fazem há anos", sustentou.
José Farinha Nunes explicou que a câmara não atribui subsídios para criar microempresas, mas incentivam e divulgam". Depois as pessoas avançam. Damos a cana e não o peixe".


Executivo camarário contra a Valnor

A empresa de recolha de resíduos, Valnor, aumentou as taxas de recolha de lixo nos municipios. O presidente José Farinha Nunes manifestou-se contra. "A nossa posição é igual à dos outros autarcas. É um preço muito caro, cinco vezes mais que em Lisboa. Estamos a contestar esta posição, pois ainda por cima exigem os retroativos. Vamos votar contras, para que se encontre outra solução", explicou.

Remodelar o centro de saúde

Já há projeto para remodelar o Centro de Saúde da Sertã, como referiu o autarca José Farinha Nunes, que acrescentou que o processo está definido, as obras vão começar; há um concurso público e há prazos impostos para remodelar. Em termos processuais a 1ª fase está concluída. O autarca realçou ainda que a nova adminstração daquela unidade, que vai tomar posse, possa ter força e influência para haver uma antecipação à 2ª fase.
O vereador Vítor Cavalheiro também defendeu que seria bom que a Unidade Local de Saúde fosse integrada por novas pessoas que pudessem defender a Sertã, que "tem sido prejudicada. Pode haver alerações na administração. Vamos estar atentos a isso e não vamos deixar passar a oportunidade, a nível de pessoas e mudanças. Não podemos adormecer", concluiu

 
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