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Qua

21

Mai

Jornalismo em fase de mudança profunda
Editorial
Escrito por Paulo Jorge F. Marques   

O jornalismo está numa fase tremenda de mudança.

 

Sabem porque é que os jornais em papel vão levar um abanão? É que hoje constatamos uma triste realidade, que até é positiva, mas tem as suas consequências: o aparecimento de bogs, sites de associações, de empresas, de clubes, de entidades públicas, entre outros, que publicam notícias, reportagens, videos e fotos, estando assim, "travestidos" de jornais. A Entidade Reguladora da C. Social nao quer intervir nesta questão, mas está-se a matar os jornais. Com esses blogs e sites, contantemente atualizados, o leitor não tem necessidade de comprar o jornal, pois se quer saber as notícias vai ao blog tal... E os jornais online, como o pinhal digital e as televisões por net, como ficam nesta situação? Apanham igualmente por tabela. Não conseguem competir com o " enxame" de blogs e sites que aparecem todos os dias.A não serr que tivessem um correpondente em cada freguesia, em cada aldeia, em cada empresa, em cada entidade....em cada... Enfim...Veja-se que tudo o que é empresa ou entidade tem página no facebokok. A ERC não quer intervir, por falta de meios ou por minorar a questão. Este sim é o problema central que enfrentam os novos media da internet e nunca vi ninguém das entidades competentes preocuparem-se. Com tudo isto, diminui a venda dos jornais em papel, diminui a publicidade. è o princípio do fim dos jornais em papel e dos novos jornais online também.
Assim, os jornais em papel vão sofrer, não por causa do aparecimento de jornais online como o Observador, mas pelo surgimento desmesurado de blogs, faces, sites. O aparecimento destes sites é postivo, mas com regras e deve ser-lhe vedada a publicação de matérias noticiosas.

Vou só dar-vos um exemplo para vermos ao ponto a que isto chegou: há um blog na nossa região que chega ao cúmulo de o administrador ir para a rua de máquina e bloco de notas fazer reportagens. E mais grave: até faz entrevistas a políticos e outras entidades. Veja-se o cúmulo a que isto chegou, a desorganização, a bandalheira e o desnorte.

 

 

 
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